Governador classifica episódios como lamentáveis e cobra punição após assassinato de policial em MT

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) repudiou atos de violência por divergências políticas em Mato Grosso após o segundo turno no domingo (25), em que houve a reeleição do presidente Lula (PT).

 

No Estado, Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 66,06% dos votos válidos, enquanto Lula recebeu 33%. Nacionalmente, porém, o petista chegou a 51,79% enquanto o bolsonarista cravou 48,21%.

 

À imprensa nesta semana, Pivetta defendeu o respeito ao resultado das urnas. 

 

“É um fato lamentável. Não precisamos desse tipo de comportamento. Se fosse num país onde não houvesse democracia, até poderia acontecer esse tipo de barbaridade. Mas no Brasil é tão lindo o barulho das urnas, é algo muito bonito”, afirmou.

No domingo de eleição, em Campo Novo do Parecis, o investigador Emilson Ormond Souza, de 56 anos, foi assassinado. Segundo a Polícia Civil, o autor perguntou sobre política e disparou contra frequentadores de um bar. O suspeito foi preso no dia seguinte.

 

Em General Carneiro, o vereador Marcos Aurélio Bento Pena (MDB) foi preso suspeito de atirar contra pessoas que comemoravam a vitória de Lula. Duas mulheres ficaram feridas. A motivação ainda é investigada. 


Além disso, uma lista com empresas que apoiariam Lula começou a circular no Estado com pedidos de boicote. A lista gerou reação de empresários.

 

Segurança das urnas

 

Pivetta ainda apontou a segurança do sistema e da Justiça Eleitoral e cobrou a responsabilização dos envolvidos em crimes envolvendo posições políticas.

 

“Se temos alguma coisa boa, segura, eficiente, é o nosso sistema eleitoral. Temos que valorizar o que temos de bom", disse.

 

"O nosso sistema eleitoral é comprovadamente muito seguro, muito evoluído, muito moderno. Todo o ato de violência praticado em eleições é lamentável e cabe a nós, Estado e Justiça, unir os autores, os culpados", completou. 

 

Receba Notícias no seu WhatsApp em tempo real: CLIQUE AQUI